quarta-feira, 23 de agosto de 2017

SOLANGE OLIVEIRA SANTOS: MÃOS QUE COOPERAM - PROJETO DE ARTE


IDENTIFICAÇÃO:

Título:  MÃOS QUE COOPERAM

Área: Educação  Segmento: Artes Visuais

Modalidade: Educação Infantil

Orientadora: Silvana Maria Dalmolin Wohl

Autora do Projeto: Solange Oliveira Santos

Corpo Docente Envolvidos no Projeto: Solange Oliveira Santos

Gestora: Marilete Zamberon

Coordenadora: Enelsi Meister

Público Alvo: Comunidade Escolar e familiares

Entidade: SME - Secretaria Municipal de Educação e Cultura

Município: Lucas do Rio Verde  UF: MT CEP: 78455-000 Telefone: (65) 3548- 2361

Execução: Maio/2013 à novembro/2013

PROJETO ARTES VISUAIS

 

 

1 - TEMA: MÃOS QUE COOPERAM

 

 

2 - JUSTIFICATIVA

 

Buscaremos realizar esse projeto com uma proposta de trabalho coletivo pedagógico, de forma a resgatar o olhar para as artes visuais. O presente estudo visa também a incentivar projetos que estimulem novas práticas pedagógicas, beneficiando a aplicação no dia-a-dia da sala de aula.

 

3 – PROBLEMA

 

Por meio de ações simples, despertar no educando o interesse investigativo, construindo assim o desenvolvimento do ensino aprendizagem. Contudo, o que sabemos é que na sala de aula encontram-se vários tipos de crianças, e para podermos trabalhar com esse projeto é necessário fazer com que as crianças observe a natureza e o que ela pode te oferecer, acreditamos ser possível melhorar a qualidade das aprendizagens que acontecem dentro e fora da escola, possibilitando nesse espaço educativo a reflexão do passado, presente e futuro.

 

 

4 – OBJETIVOS

 

4.1 OBJETIVO GERAL

 

Estimular os alunos no processo, levando-os a ser agentes ativos e cooperativos do empreendimento. Ampliar o conceito das expressões artísticas, pois estas estão interligadas à emoção, as quais devem ser valorizadas.  Não é possível o desenvolvimento de uma cultura sem o desenvolvimento das artes. Sendo esta uma maneira de o homem se encontrar como ser humano, possuidor de racionalidade e emoção. Com a arte, o aluno poderá pesquisar, conhecer, ver, sentir e escolher formas artísticas que lhe agrade e construir conhecimentos significativos com uma visão crítica e reflexiva.    

 

 

4.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 

  Levar os alunos a conhecer e interpretar algumas Obras de Artes explorando o estilo e técnicas utilizadas, bem como a sua valorização.

  Proporcionar a criança um entendimento que o ser humano é constantemente movido por sentimentos e essas emoções podem estar refletidas em uma obra de arte.

  ampliar o conhecimento de mundo da criança, além de explorar as diversas formas de expressão artística.

  Conscientizar da importância em conhecer a biografia e as obras de alguns artistas nacionais e do mundo.

  Propiciar ao educando momentos que estimulem o interesse pela arte.

  Produzir trabalhos por meio da linguagem do desenho, da pintura, da modelagem, da colagem e da construção e, assim, desenvolver o gosto e o respeito pelos processos de criação.

  Utilizar materiais sobre diferentes superfícies para ampliar as possibilidades de expressão e comunicação.

  Desenvolver a atenção, senso crítico e a criatividade.

  Participação dos pais

 

5 METODOLOGIA

 

Estimulados pela professora e motivadas ALUNOS da  Educação Infantil, serão convidados a participar deste projeto utilizando artes visuais.

Será trabalhado com a pergunta exploratória, escolha do território (departamento de cultura) onde, buscaremos envolver pais dos alunos.

Iremos fazer uma aula passeio ao departamento de cultura, onde os alunos poderão adquirir mais informações, sendo essa uma pesquisa onde os mesmos irão visualizar, tocar, ouvir ou seja irão experimentar novas formas de aprender – o apreciar em arte.

A proposta dos conteúdos de arte, segundo o PCN, é valorizar a diversidade cultural do aluno, perceber, assim, a arte como manifestação ideológica cultural. Dessa forma, a contextualização é relevante no processo de construção do conhecimento. Morin afirma que:

 

 “Todo conhecimento, para ser pertinente, deve contextualizar o seu objeto” (MORIN, 2004, p.37).

 

 

Nas atividades artísticas em sala de aula deve haver uma  interligação entre o conhecer, apreciar e fazer, equilibrando-se nos processos cognitivos, razão e emoção para estimular o aluno a produzir.

 Assim, o aluno irá descobrir o mundo, das coisas e do outro, guiando o seu processo de conhecimento e aprendizagem.

Com isso iremos envolvê-los no processo ensino-aprendizagem, com vivências e  conhecimentos pela experimentação. Com intuito de finalizar o projeto e apresentá-lo será criado a exposição com as telas.

 

6 DESENVOLVIMENTO

 

       A expedição investigativa teve o departamento de cultura como território, os alunos ficaram encantados com as apresentações de balé, dança de rua, jazz, músicas diversas com: teclado, flauta, violão e bateria, com as pinturas e artesanatos. Quando questionados para falar do que mais gostaram, as respostas foram divididas, na seqüência,  questionados do que gostariam de fazer? A pintura foi destaque, pois as crianças apreciam as pinturas com tinta. E assim surgiu o projeto Mãos que cooperam, com a pergunta - O que você gostou neste lugar?

Com este projeto iremos focar em alguns valores e ações:

·         o diálogo, na pergunta exploratória, expedição e durante as apresentações.

·         a investigação, pelo fato das crianças gostarem das aulas de arte e poderem explorar o departamento de cultura, próximo à escola.

·         a cooperação dos pais, sendo os principais colaboradores na aquisição das telas.

·         no empreendedorismo, através do ato de criar e reproduzir as telas. Podendo descobrir novos talentos.

·         na diversidade, ao apresentar os três pintores: Tarsila do Amaral, Alfredo Volp e Romero Britto, cada um com sua técnica. Trabalhando, desta forma a diferença.

·         na solidariedade, pois os alunos irão, explorar o dividir e emprestar para aquele que não possuía avental, pincel e cores. Com os pais, alguns doaram a mais para cobrir aquele pai desprovido de verba.

 

Esperamos que o aluno descubra o mundo, das coisas e do outro, guiando o seu processo de conhecimento e aprendizagem. Onde esteja envolvido no processo, podendo criar e recriar, além de trabalhar juntos cooperarando com o outro.

Além, da principal atividade ser voltada para Artes Visuais - pinturas em telas; Releituras de obras, poderemos trabalhar nos outros segmentos: Linguagem oral e escrita: apresentação dos autores (Biografia); Leituras compartilhadas; poema; Matemática: cores e formas geométricas telas – quadrado e retângulo;

Natureza e sociedade: Biografias dos artistas;Música: Aquarela (Toquinho);

Movimento: Relaxamento;

Nas atividades artísticas em sala de aula houve uma  interligação entre o conhecer, apreciar e fazer, onde equilibrou-se os processos cognitivos, razão e emoção para estimular o aluno a produzir,  as telas.

Na escolha do nome do projeto, o aluno Marcos, referiu-se “mãos que trabalham, que ajudam. Né professora”. Deixando a criança sempre expressar-se faz com que ela coloque em ação os seus potenciais.

Com esta atividade, foi trabalhado o fato de dividir, pedir emprestado, ser solidário e o mais importante o fato de fazer parte da produção, dando novas formas e cores a folha ou tela em branco.

Ao realizar a apresentação dos trabalhos aos pais, muitos questionaram se foram as crianças que fizeram e como foi, realizado a produção? Desta forma, ressaltei a importância do diálogo,orientar e do observar.

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

 

 

Este trabalho envolveu atividades variadas, destinadas a promover o desenvolvimento físico, intelectual e emocional dos educandos. Inclui entre outros itens, a socialização, a prática do pensamento criador, a sondagem de aptidões, o incentivo ao raciocínio lógico, cooperação e um esforço integrado de desenvolvimento de personalidade e principalmente a nossa responsabilidade social de agir dentro do processo educativo.

Acreditamos termos conseguido desenvolver nos educandos a  importância de cooperar, criar e recriar. Esperamos que cada educando tenha aprendido um pouco sobre  artes visuais junto com suas  famílias, dando assim a nossa contribuição em nosso dia-a-dia. Concluímos o nosso projeto, felizes por termos conseguido envolver a atenção de todos os educandos em nosso trabalho, havendo um grande envolvimento e interesse de todos, atendendo assim as nossas expectativas. Ficando evidente o envolvimento dos familiares e da comunidade escolar na apresentação dos trabalhos no dia 14 de novembro de 2013.

 

Referências:

 

 

BRASIL, Ministério de Educação e do Desporto. Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil. Brasília, DF: MEC, 1998

 

CAVA, Laura C.S. Cabral. Fundamentos M. Ensino Artes e da Música. In: Universidade  Norte do Paraná. Curso de Pedagogia: Módulo 4. Londriana UNOPAR, 2007

 

 

GONÇALVES, Fátima. Do andar ao escrever: Um caminho Psicomotor. São Paulo: Cultural RBL.

 

MORIN, E. Os Sete Saberes Necessários à Educação do Futuro. 4ª ed.  São Paulo: Cortez, 2004

 

 

 
 

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

BIENAL DO LIVRO: O ENCONTRO ENTRE O VELHO E O NOVO


BIENAL DO LIVRO: O ENCONTRO ENTRE O VELHO E O NOVO

 

Imagine um lugar onde o encontro entre o velho e o novo, estarão juntos. Fazendo com que a  curiosidade nos leve até ele, em busca de alguma transformação.

Segundo Freire, a curiosidade sobre o pensar seria a mola propulsora entre a reflexão crítica sobre a prática de hoje ou de ontem que pode melhorar a próxima prática (Pedagogia da Autonomia, pg 39).

Entretanto não se pode mudar a educação, se você não está aberto a essa mudança, o reavaliar é uma ponte de comunicação, entre a prática docente, na aquisição de novos conhecimentos e de práticas educativas bem elaboradas e adaptadas a sala de aula.

Sinta-se convidado, a abrir as portas de sua mente e lentamente reconheça sua possibilidade de assumir seu papel na transformação da educação.

Venha ao encontro do velho e do novo, buscando a interação entre o velho e o novo, pois as facilidades advindas com a tecnologia permitem o acesso a grande quantidade de informações que exigem do homem atual, habilidades e destrezas a serem desenvolvidas para atuar num mundo complexo. Você não pode perder, pois nesse  espaço há  lugar para o digital e impresso, para ouvir e olhar, para socializar e adquirir e muito mais.

terça-feira, 5 de julho de 2016

Na ponta do lápis - escrevendo o futuro: Memórias e Poemas, em Peixoto de Azevedo.

Um pouquinho de memórias e poemas....Amei! Curso dinâmico e prático.

Foi maravilhoso compartilhar e aprender.

Novos amigos fiz. Um momento de troca de experiência fantástico.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

DICAS DE COMO CONTAR UMA HISTÓRIA

1º Conheça a história, faça a leitura antecipada;
2º Não se prenda ao livro;
3º Faça adaptações;
4º Use a criatividade: livros, objetos, avental e música.
Conte, cante e encante.

Solange Oliveira Santos: Contação de Histórias

Solange Oliveira Santos, ministrou Oficina de Contação de história em Nova Mutum, no dia 09/06/2016, com um público de aproximadamente 1000 crianças. III Feira do Livro Literatura e Afro Brasileira no C.M.E.B.I Carlos Drummond de Andrade.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

PROJETO NOSSA ESCOLA SUSTENTÁVEL: HORTA SUSPENSA ERVA MEDICINAIS


Projeto Nossa Escola Sustentável: Horta Suspensa
Título:  RESGATANDO VALORES – ERVAS MEDICINAIS (HORTA SUSPENSA)
Área: Educação  Segmento: Ciências
Modalidade: Educação Infantil 
Orientadora: Izana
Autora do Projeto: Solange Oliveira Santos
Corpo Docente Envolvidos no Projeto: Eliane, Jennifer, Iracema, Adilina, Edvânia, Francisca, Solange
Equipe de Apoio: Marcio
Gestora: Marilete Zamperon
Coordenadora: Enelsi Meister
Público Alvo: Comunidade Escolar e familiares
Entidade: SME - Secretaria Municipal de Educação e Cultura
Município: Lucas do Rio Verde  UF: MT CEP: 78455-000 Telefone: (65) 3548- 2361
Execução: Maio/2013 à Dezembro/2013

PROJETO NOSSA ESCOLA SUSTENTÁVEL: HORTA SUSPENSA

1 - TEMA: RESGATANDO VALORES – ERVAS MEDICINAIS

 

2 - JUSTIFICATIVA

 

Visto que esta tradição não está sendo mais usada, buscaremos realizar esse projeto com uma proposta de trabalho coletivo pedagógico, aproveitando os espaços não utilizados para essa prática (Horta Suspensa), de forma a resgatar não somente essa tradição, mas o seu significado para a população local e levar a pesquisa dessas plantas à sua comunidade.  Toda planta medicinal têm, no mínimo, um princípio ativo, que é a substância responsável pelo efeito curativo. O presente estudo visa também a incentivar projetos que estimulem novas práticas pedagógicas, beneficiando a aplicação no dia-a-dia da sala de aula.

 

3 - PROBLEMA

Por meio de ações simples, resgatar o cultivo, manutenção do conhecimento popular das ervas medicinais, preservação do meio ambiente, melhoria na qualidade de vida, uso consciente, despertar no educando o interesse investigativo, construindo assim o desenvolvimento do ensino aprendizagem em prol da sustentabilidade. Contudo, o que sabemos é que na sala de aula encontram-se vários tipos de crianças, e para podermos trabalhar com esse projeto é necessário fazer com que as crianças observem a natureza e o que ela pode nos oferecer. Sendo que o envolvimento de toda a comunidade escolar (professores, zeladores, pais e alunos) será importante para o desenvolvimento do mesmo, acreditamos ser possível melhorar a qualidade das aprendizagens que acontecem dentro e fora da escola, possibilitando nesse espaço educativo a reflexão do passado, presente e futuro.

 

4 - FORMULAÇÃO DE HIPÓTESE

Hoje é fácil trabalhar com as dificuldades existentes, pois a criança recebe muitas informações, as quais são transmitidas pela internet, televisão, revista, livros, etc. Assim, podemos mostrar a elas, a importância de cuidar de uma planta, o porquê de se economizar água e que tudo está ligado a natureza. Oferecer uma proposta educacional de trabalho coletivo pedagógico organizado, com ações e formação complementares às atividades dos currículos escolares que envolvam toda a comunidade escolar,  com técnicas que envolva a sustentabilidade:  reaproveitamento de materiais/recursos naturais, com práticas voltadas no estudo do cultivo, manejo das ervas medicinais, seu valor como terapia de ajuda, uma alternativa para pequenos males e a prática de seu uso consciente, sendo parte integrante da natureza e da vida humana.

 

5 – OBJETIVOS

5.1 OBJETIVO GERAL

Estimular os alunos no processo, levando-os a ser agentes ativos e cooperativos do empreendimento. Ampliar o conceito de que há muitas espécies de ervas e fixá-lo a cultura da cura natural pelas ervas medicinais.

 

5.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

·         Estabelecer o cultivo de plantas medicinais na Escola dentro de manejo agrícola;

·         Levar o aluno a disponibilizar à comunidade, orientações sobre cultivo, coleta, dessecação, preparação de medicamentos caseiros, propriedades terapêuticas, toxicidade e métodos de extração;

·         Colaborar para a melhoria da qualidade de vida da população assistida disseminando conhecimento sobre plantas medicinais;

·         Degustação, e troca de experiência – com vóvô passar informações adquiridas através do foulders e amostra de chá;

 

6 METODOLOGIA

Estimulados pelos Pedagogos e motivadas pela experimentação do uso das plantas medicinais como ferramentas de tradução de conteúdos de Ciências para situações do cotidiano, ALUNOS da Educação Infantil, serão convidados a participar deste projeto utilizando as plantas.

Será trabalhado com a montagem da horta medicinal, e suspensa, levando os alunos a aproveitar e reutilizar diversos materiais, em prol do meio ambiente, buscaremos envolver outros funcionários no manejo e plantio das mudas trazidas pelos alunos.

Para melhor conhecimento dessas ervas, iremos fazer uma aula passeio ao Instituto João Peter, onde os alunos poderão adquirir mais informações, sendo essa uma pesquisa onde os mesmos irão visualizar, tocar, cheirar, ou seja irão experimentar novas formas de aprender.

Os professores irão orientar os pais dos alunos da Educação Infantil no desenvolvimento de uma pesquisa bibliográfica a fim de identificar as espécies que comprovadamente sejam de uso medicinal. Posteriormente serão coletados vegetais com base na pesquisa bibliográfica que passarão por degustação dos alunos, comunidade em geral  e dos vóvô. Com isso iremos envolvê-los no processo ensino-aprendizagem, com vivências e a valorização dos seus conhecimentos pela experimentação e novas perspectivas na área de saúde. Com intuito de finalizar o projeto e apresentá-lo será criado a banca  com diversas ervas dessecadas para consumo – sachê de chá e xaropes.
   
6.1 Cultivo e manejo agrícola de plantas medicinais

6.2 Coleta dos órgãos vegetais

6.2.1 Aula Passeio:  Instituto João Peter, com as turmas.

6.2.2 Dessecação dos órgãos das espécies em estudo

6.3  Dia do Suco

6.3.1 Degustação de chá

6.3.2 Produção de sachê e xarope

6.3.3 Dia do Vôvó

 7 CRONOGRAMA

ELABORAÇÃO PROJETO
Maio/2013
CULTIVO
MAIO à DEZEMBRO/2013
REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
MAIO/2013
AULA PASSEIO
JUNHO/2013
RESULTADOS E DISCUSSÃO
JULHO2013
DIA DO CHÁ
JULHO/2013
COLETA E DESSECAÇÃO DAS ERVAS
OUTUBRO/2013
MONTAGEM DOS PACOTES DE CHÁ
NOVEMBRO/2013
FINALIZAÇÃO DO PROJETO
DEZEMBRO/2013

 

8 ORÇAMENTO

 

MATERIAL
QUANTIDADE
CUSTO R$
Terra adubada
50 Kg
 
Cano PVC
2 m
 
Parafusos e Buchas 
40
 
Saco Plástico Nº
200
 
Folhas Sulfite
100
 
Açúcar
10 Kg
 
FOULDER
01
R$ 180,00
total
 
R$

 

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

 

 

Este trabalho irá envolver atividades variadas, destinadas a promover o desenvolvimento físico, intelectual e emocional dos educandos. Inclui entre outros itens, a socialização, a prática do pensamento criador, a sondagem de aptidões, o incentivo ao raciocínio lógico e um esforço integrado de desenvolvimento de personalidade e principalmente a nossa responsabilidade social de agir dentro do processo educativo em prol de um mundo mais sustentável.

 

REFERÊNCIAS

 

BIAZZI, E. O maravilhoso poder das plantas.13ª edição, São Paulo: ABDR

Delores, J. (2000). Educação: um tesouro a descobrir. São Paulo: Cortez.

Pardo Díaz, A. (2002). Educação Ambiental como projeto. 2ª edição, Porto Alegre: Artmed.

SPETHMANN, Carlos N. Medicina Alternativa de A a Z. 5ª edição, Uberlândia: Natureza.

VEIGA JUNIOR, V. F.; PINTO, A. C.; MACIEL, M. A. M. Plantas medicinais: cura segura?. Quím. Nova [online]. 2005, vol.28, n.3, pp. 519-528. ISSN 0100-4042.