quinta-feira, 24 de agosto de 2017
quarta-feira, 23 de agosto de 2017
SOLANGE OLIVEIRA SANTOS: MÃOS QUE COOPERAM - PROJETO DE ARTE
IDENTIFICAÇÃO:
Título: MÃOS QUE COOPERAM
Área: Educação Segmento: Artes Visuais
Modalidade: Educação Infantil
Orientadora: Silvana Maria Dalmolin Wohl
Autora do Projeto: Solange Oliveira Santos
Corpo Docente Envolvidos no Projeto: Solange Oliveira Santos
Gestora: Marilete Zamberon
Coordenadora: Enelsi Meister
Público Alvo: Comunidade Escolar e familiares
Entidade: SME - Secretaria Municipal de Educação e Cultura
Município: Lucas do Rio Verde UF: MT CEP: 78455-000 Telefone: (65) 3548- 2361
Execução: Maio/2013 à novembro/2013
PROJETO ARTES VISUAIS
1 - TEMA: MÃOS QUE
COOPERAM
2 - JUSTIFICATIVA
Buscaremos
realizar esse projeto com uma proposta de trabalho coletivo pedagógico, de
forma a resgatar o olhar para as artes visuais. O presente estudo visa também a
incentivar projetos que estimulem novas práticas pedagógicas, beneficiando a
aplicação no dia-a-dia da sala de aula.
3 – PROBLEMA
Por meio de ações
simples, despertar no educando o interesse investigativo, construindo assim o
desenvolvimento do ensino aprendizagem. Contudo, o que sabemos é que na sala de
aula encontram-se vários tipos de crianças, e para podermos trabalhar com esse
projeto é necessário fazer com que as crianças observe a natureza e o que ela
pode te oferecer, acreditamos ser possível melhorar a qualidade das
aprendizagens que acontecem dentro e fora da escola, possibilitando nesse
espaço educativo a reflexão do passado, presente e futuro.
4 – OBJETIVOS
4.1 OBJETIVO GERAL
Estimular os
alunos no processo, levando-os a ser agentes ativos e cooperativos do
empreendimento. Ampliar o conceito das expressões artísticas, pois estas estão
interligadas à emoção, as quais devem ser valorizadas. Não é possível o
desenvolvimento de uma cultura sem o desenvolvimento das artes. Sendo esta uma
maneira de o homem se encontrar como ser humano, possuidor de racionalidade e
emoção. Com a arte, o aluno poderá pesquisar, conhecer, ver, sentir e escolher
formas artísticas que lhe agrade e construir conhecimentos significativos com
uma visão crítica e reflexiva.
4.2 OBJETIVOS
ESPECÍFICOS
Levar os alunos a conhecer e
interpretar algumas Obras de Artes explorando o estilo e técnicas utilizadas,
bem como a sua valorização.
Proporcionar a criança um entendimento
que o ser humano é constantemente movido por sentimentos e essas emoções podem
estar refletidas em uma obra de arte.
ampliar o conhecimento de mundo da
criança, além de explorar as diversas formas de expressão artística.
Conscientizar da importância em
conhecer a biografia e as obras de alguns artistas nacionais e do mundo.
Propiciar ao educando momentos que
estimulem o interesse pela arte.
Produzir trabalhos por meio da
linguagem do desenho, da pintura, da modelagem, da colagem e da construção e,
assim, desenvolver o gosto e o respeito pelos processos de criação.
Utilizar materiais sobre diferentes
superfícies para ampliar as possibilidades de expressão e comunicação.
Desenvolver a atenção, senso crítico e
a criatividade.
Participação dos pais
5 METODOLOGIA
Estimulados pela
professora e motivadas ALUNOS da
Educação Infantil, serão convidados a participar deste projeto
utilizando artes visuais.
Será trabalhado
com a pergunta exploratória, escolha do território (departamento de cultura)
onde, buscaremos envolver pais dos alunos.
Iremos fazer uma
aula passeio ao departamento de cultura, onde os alunos poderão adquirir mais
informações, sendo essa uma pesquisa onde os mesmos irão visualizar, tocar,
ouvir ou seja irão experimentar novas formas de aprender – o apreciar em arte.
A proposta dos
conteúdos de arte, segundo o PCN, é valorizar a diversidade cultural do aluno,
perceber, assim, a arte como manifestação ideológica cultural. Dessa forma, a
contextualização é relevante no processo de construção do conhecimento. Morin
afirma que:
“Todo conhecimento, para ser pertinente, deve
contextualizar o seu objeto” (MORIN, 2004, p.37).
Nas atividades artísticas em sala de aula
deve haver uma interligação entre o
conhecer, apreciar e fazer, equilibrando-se nos processos cognitivos, razão e
emoção para estimular o aluno a produzir.
Assim,
o aluno irá descobrir o mundo, das coisas e do outro, guiando o seu processo de
conhecimento e aprendizagem.
Com isso iremos
envolvê-los no processo ensino-aprendizagem, com vivências e conhecimentos pela experimentação. Com
intuito de finalizar o projeto e apresentá-lo será criado a exposição com as
telas.
6 DESENVOLVIMENTO
A expedição investigativa teve o departamento de
cultura como território, os alunos ficaram encantados com as apresentações de
balé, dança de rua, jazz, músicas diversas com: teclado, flauta, violão e
bateria, com as pinturas e artesanatos. Quando questionados para falar do que
mais gostaram, as respostas foram divididas, na seqüência, questionados do que gostariam de fazer? A
pintura foi destaque, pois as crianças apreciam as pinturas com tinta. E assim
surgiu o projeto Mãos que cooperam, com a pergunta - O que você gostou neste
lugar?
Com este projeto iremos focar em alguns valores e
ações:
·
o diálogo,
na pergunta exploratória, expedição e durante as apresentações.
·
a
investigação, pelo fato das crianças gostarem das aulas de arte e poderem
explorar o departamento de cultura, próximo à escola.
·
a
cooperação dos pais, sendo os principais colaboradores na aquisição das telas.
·
no
empreendedorismo, através do ato de criar e reproduzir as telas. Podendo
descobrir novos talentos.
·
na
diversidade, ao apresentar os três pintores: Tarsila do Amaral, Alfredo Volp e
Romero Britto, cada um com sua técnica. Trabalhando, desta forma a diferença.
·
na solidariedade,
pois os alunos irão, explorar o dividir e emprestar para aquele que não possuía
avental, pincel e cores. Com os pais, alguns doaram a mais para cobrir aquele
pai desprovido de verba.
Esperamos
que o aluno descubra o mundo, das coisas e do outro, guiando o seu processo de
conhecimento e aprendizagem. Onde esteja envolvido no processo, podendo criar e
recriar, além de trabalhar juntos cooperarando com o outro.
Além,
da principal atividade ser voltada para Artes Visuais - pinturas
em telas; Releituras de obras, poderemos trabalhar nos outros
segmentos: Linguagem oral e escrita: apresentação dos autores
(Biografia); Leituras compartilhadas; poema; Matemática: cores e formas
geométricas telas – quadrado e retângulo;
Natureza
e sociedade: Biografias dos artistas;Música: Aquarela (Toquinho);
Movimento:
Relaxamento;
Nas atividades artísticas em sala de
aula houve uma interligação entre o
conhecer, apreciar e fazer, onde equilibrou-se os processos cognitivos, razão e
emoção para estimular o aluno a produzir, as telas.
Na escolha
do nome do projeto, o aluno Marcos, referiu-se “mãos que trabalham, que ajudam.
Né professora”. Deixando a criança
sempre expressar-se faz com que ela coloque em ação os seus potenciais.
Com esta atividade, foi trabalhado o fato de
dividir, pedir emprestado, ser solidário e o mais importante o fato de fazer
parte da produção, dando novas formas e cores a folha ou tela em branco.
Ao realizar a apresentação dos trabalhos aos pais,
muitos questionaram se foram as crianças que fizeram e como foi, realizado a
produção? Desta forma, ressaltei a importância do diálogo,orientar e do
observar.
CONSIDERAÇÕES
FINAIS
Este trabalho envolveu atividades
variadas, destinadas a promover o desenvolvimento físico, intelectual e
emocional dos educandos. Inclui entre outros itens, a socialização, a prática
do pensamento criador, a sondagem de aptidões, o incentivo ao raciocínio
lógico, cooperação e um esforço integrado de desenvolvimento de personalidade e
principalmente a nossa responsabilidade social de agir dentro do processo educativo.
Acreditamos
termos conseguido desenvolver nos educandos a
importância de cooperar, criar e recriar. Esperamos que cada educando
tenha aprendido um pouco sobre artes
visuais junto com suas famílias, dando
assim a nossa contribuição em nosso dia-a-dia. Concluímos o nosso projeto,
felizes por termos conseguido envolver a atenção de todos os educandos em nosso
trabalho, havendo um grande envolvimento e interesse de todos, atendendo assim
as nossas expectativas. Ficando evidente o envolvimento dos familiares e da
comunidade escolar na apresentação dos trabalhos no dia 14 de novembro de 2013.
Referências:
BRASIL, Ministério de Educação e do
Desporto. Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil.
Brasília, DF: MEC, 1998
CAVA, Laura C.S. Cabral. Fundamentos
M. Ensino Artes e da Música. In: Universidade
Norte do Paraná. Curso de Pedagogia: Módulo 4. Londriana UNOPAR,
2007
GONÇALVES, Fátima. Do andar ao escrever: Um caminho Psicomotor. São
Paulo: Cultural RBL.
MORIN, E. Os Sete Saberes Necessários à Educação do
Futuro. 4ª ed. São Paulo: Cortez,
2004
quinta-feira, 18 de agosto de 2016
BIENAL DO LIVRO: O ENCONTRO ENTRE O VELHO E O NOVO
BIENAL
DO LIVRO: O ENCONTRO ENTRE O VELHO E O NOVO
Imagine um lugar
onde o encontro entre o velho e o novo, estarão juntos. Fazendo com que a curiosidade nos leve até ele, em busca de
alguma transformação.
Segundo Freire, a
curiosidade sobre o pensar seria a mola propulsora entre a reflexão crítica
sobre a prática de hoje ou de ontem que pode melhorar a próxima prática (Pedagogia
da Autonomia, pg 39).
Entretanto não
se pode mudar a educação, se você não está aberto a essa mudança, o reavaliar é
uma ponte de comunicação, entre a
prática docente, na aquisição de novos conhecimentos e de práticas educativas
bem elaboradas e adaptadas a sala de aula.
Sinta-se
convidado, a abrir as portas de sua mente e lentamente reconheça sua
possibilidade de assumir seu papel na transformação da educação.
Venha
ao encontro do velho e do novo, buscando a interação entre o velho e o novo,
pois as facilidades advindas com a tecnologia permitem o acesso a grande
quantidade de informações que exigem do homem atual, habilidades e destrezas a
serem desenvolvidas para atuar num mundo complexo. Você não pode perder, pois nesse espaço há lugar para o digital e impresso, para ouvir e olhar, para socializar e adquirir e muito mais.
terça-feira, 5 de julho de 2016
segunda-feira, 13 de junho de 2016
DICAS DE COMO CONTAR UMA HISTÓRIA
1º Conheça a história, faça a leitura antecipada;
2º Não se prenda ao livro;
3º Faça adaptações;
4º Use a criatividade: livros, objetos, avental e música.
Conte, cante e encante.
2º Não se prenda ao livro;
3º Faça adaptações;
4º Use a criatividade: livros, objetos, avental e música.
Conte, cante e encante.
Solange Oliveira Santos: Contação de Histórias
Solange Oliveira Santos, ministrou Oficina de Contação de história em Nova Mutum, no dia 09/06/2016, com um público de aproximadamente 1000 crianças. III Feira do Livro Literatura e Afro Brasileira no C.M.E.B.I Carlos Drummond de Andrade.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 9 de maio de 2013
PROJETO NOSSA ESCOLA SUSTENTÁVEL: HORTA SUSPENSA ERVA MEDICINAIS
Projeto
Nossa Escola Sustentável: Horta Suspensa
Modalidade: Educação Infantil
Orientadora: Izana
Autora do Projeto: Solange Oliveira Santos
Corpo Docente Envolvidos no Projeto: Eliane, Jennifer, Iracema, Adilina, Edvânia, Francisca, Solange
Equipe de Apoio: Marcio
Gestora: Marilete Zamperon
Coordenadora: Enelsi Meister
Público Alvo: Comunidade Escolar e familiares
Entidade: SME - Secretaria Municipal de Educação e Cultura
Município: Lucas do Rio Verde UF: MT CEP: 78455-000 Telefone: (65) 3548- 2361
Execução: Maio/2013 à Dezembro/2013
Título: RESGATANDO
VALORES – ERVAS MEDICINAIS (HORTA SUSPENSA)
Área: Educação Segmento:
Ciências Modalidade: Educação Infantil
Orientadora: Izana
Autora do Projeto: Solange Oliveira Santos
Corpo Docente Envolvidos no Projeto: Eliane, Jennifer, Iracema, Adilina, Edvânia, Francisca, Solange
Equipe de Apoio: Marcio
Gestora: Marilete Zamperon
Coordenadora: Enelsi Meister
Público Alvo: Comunidade Escolar e familiares
Entidade: SME - Secretaria Municipal de Educação e Cultura
Município: Lucas do Rio Verde UF: MT CEP: 78455-000 Telefone: (65) 3548- 2361
Execução: Maio/2013 à Dezembro/2013
PROJETO NOSSA ESCOLA
SUSTENTÁVEL: HORTA SUSPENSA
1 - TEMA: RESGATANDO
VALORES – ERVAS MEDICINAIS
2 - JUSTIFICATIVA
Visto que esta tradição
não está sendo mais usada, buscaremos realizar esse projeto com uma proposta de
trabalho coletivo pedagógico, aproveitando os espaços não utilizados para essa
prática (Horta Suspensa), de forma a resgatar não somente essa tradição, mas o
seu significado para a população local e levar a pesquisa dessas plantas à sua
comunidade. Toda planta medicinal têm,
no mínimo, um princípio ativo, que é a substância responsável pelo efeito
curativo. O presente estudo visa também a incentivar projetos que
estimulem novas práticas pedagógicas, beneficiando a aplicação no dia-a-dia da
sala de aula.
3 - PROBLEMA
Por meio de ações
simples, resgatar o cultivo, manutenção do conhecimento popular das ervas
medicinais, preservação do meio ambiente, melhoria na qualidade de vida, uso
consciente, despertar no educando o interesse investigativo, construindo assim
o desenvolvimento do ensino aprendizagem em prol da sustentabilidade. Contudo,
o que sabemos é que na
sala de aula encontram-se vários tipos de crianças, e para podermos trabalhar
com esse projeto é necessário fazer com que as crianças observem a natureza e o
que ela pode nos oferecer. Sendo que o envolvimento
de toda a comunidade escolar (professores, zeladores, pais e alunos) será importante
para o desenvolvimento do mesmo, acreditamos ser possível melhorar a qualidade
das aprendizagens que acontecem dentro e fora da escola, possibilitando nesse
espaço educativo a reflexão do passado, presente e futuro.
4 - FORMULAÇÃO DE
HIPÓTESE
Hoje é fácil trabalhar com
as dificuldades existentes, pois a criança recebe muitas informações, as quais
são transmitidas pela internet, televisão, revista, livros, etc. Assim, podemos
mostrar a elas, a importância de cuidar de uma planta, o porquê de se economizar
água e que tudo está ligado a natureza. Oferecer uma proposta educacional de trabalho coletivo pedagógico
organizado, com ações e formação complementares às atividades dos currículos
escolares que envolvam toda a comunidade escolar, com técnicas que envolva a
sustentabilidade: reaproveitamento de
materiais/recursos naturais, com práticas voltadas no estudo do cultivo, manejo
das ervas medicinais, seu valor como terapia de ajuda, uma alternativa para
pequenos males e a prática de seu uso consciente, sendo parte integrante
da natureza e da vida humana.
5 – OBJETIVOS
5.1 OBJETIVO GERAL
Estimular os alunos no processo,
levando-os a ser agentes ativos e cooperativos do empreendimento. Ampliar o
conceito de que há muitas espécies de ervas e fixá-lo a cultura da cura natural
pelas ervas medicinais.
5.2 OBJETIVOS
ESPECÍFICOS
·
Estabelecer
o cultivo de plantas medicinais na Escola dentro de manejo agrícola;
·
Levar
o aluno a disponibilizar à comunidade, orientações sobre cultivo, coleta, dessecação,
preparação de medicamentos caseiros, propriedades terapêuticas, toxicidade e
métodos de extração;
·
Colaborar
para a melhoria da qualidade de vida da população assistida disseminando conhecimento
sobre plantas medicinais;
·
Degustação,
e troca de experiência – com vóvô passar informações adquiridas através do
foulders e amostra de chá;
6 METODOLOGIA
Estimulados pelos
Pedagogos e motivadas pela experimentação do uso das plantas medicinais como
ferramentas de tradução de conteúdos de Ciências para situações do cotidiano,
ALUNOS da Educação Infantil, serão convidados a participar deste projeto
utilizando as plantas.
Será trabalhado com a
montagem da horta medicinal, e suspensa, levando os alunos a aproveitar e
reutilizar diversos materiais, em prol do meio ambiente, buscaremos envolver
outros funcionários no manejo e plantio das mudas trazidas pelos alunos.
Para melhor conhecimento
dessas ervas, iremos fazer uma aula passeio ao Instituto João Peter, onde os
alunos poderão adquirir mais informações, sendo essa uma pesquisa onde os
mesmos irão visualizar, tocar, cheirar, ou seja irão experimentar novas formas
de aprender.
6.1 Cultivo e manejo
agrícola de plantas medicinais
6.2 Coleta dos órgãos
vegetais
6.2.1 Aula Passeio: Instituto João Peter, com as turmas.
6.2.2 Dessecação dos
órgãos das espécies em estudo
6.3 Dia do Suco
6.3.1 Degustação de chá
6.3.2 Produção de sachê e xarope
6.3.3 Dia do Vôvó
7
CRONOGRAMA
|
ELABORAÇÃO PROJETO
|
Maio/2013
|
|
CULTIVO
|
MAIO à DEZEMBRO/2013
|
|
REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
|
MAIO/2013
|
|
AULA PASSEIO
|
JUNHO/2013
|
|
RESULTADOS E DISCUSSÃO
|
JULHO2013
|
|
DIA DO CHÁ
|
JULHO/2013
|
|
COLETA E DESSECAÇÃO DAS ERVAS
|
OUTUBRO/2013
|
|
MONTAGEM DOS PACOTES DE CHÁ
|
NOVEMBRO/2013
|
|
FINALIZAÇÃO DO PROJETO
|
DEZEMBRO/2013
|
8 ORÇAMENTO
|
MATERIAL
|
QUANTIDADE
|
CUSTO R$
|
|
Terra adubada
|
50 Kg
|
|
|
Cano PVC
|
2 m
|
|
|
Parafusos e Buchas Nº
|
40
|
|
|
Saco Plástico Nº
|
200
|
|
|
Folhas Sulfite
|
100
|
|
|
Açúcar
|
10 Kg
|
|
|
FOULDER
|
01
|
R$ 180,00
|
|
total
|
|
R$
|
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Este trabalho irá envolver atividades variadas, destinadas a promover o
desenvolvimento físico, intelectual e emocional dos educandos. Inclui entre
outros itens, a socialização, a prática do pensamento criador, a sondagem de
aptidões, o incentivo ao raciocínio lógico e um esforço integrado de
desenvolvimento de personalidade e principalmente a nossa responsabilidade
social de agir dentro do processo educativo em prol de um mundo mais
sustentável.
REFERÊNCIAS
BIAZZI,
E. O maravilhoso poder das plantas.13ª edição, São Paulo: ABDR
Delores,
J. (2000). Educação: um tesouro a descobrir. São Paulo: Cortez.
Pardo
Díaz, A. (2002). Educação Ambiental como projeto. 2ª edição, Porto Alegre:
Artmed.
SPETHMANN,
Carlos N. Medicina Alternativa de A a Z. 5ª edição, Uberlândia: Natureza.
VEIGA JUNIOR, V. F.; PINTO,
A. C.; MACIEL, M. A. M. Plantas medicinais: cura segura?. Quím. Nova [online].
2005, vol.28, n.3, pp. 519-528. ISSN 0100-4042.
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